Pela Estrada 1
Muito tenho viajado por este Timor... aqui ficam umas primeiras impressões visuais.
Diz o Lonely Planet esse guia fundamental do viajante, sempre muito anticolonialista, (mas só quando os colonos não são anglo-saxónicos, claro) que os portugueses nunca cá construíram sequer uma ponte. É mentira, porque havia algumas, mas na realidade, em 1975, Portugal também não não tinha muitas pontes recentes de que se orgulhar, para além da Salazar.
A Pousada de Baucau, reconstruída, chama turistas e «internacionais» (os estrangeiros, ou malays, que trabalham para instituições internacionais, ONGs, ONUs e afins). Eu tive a sorte de ficar em casa de um amigo...
Do Forte de Maubara, do século XVII, restam os canhões. Lá dentro, numa casa recém construída moram um macaco, o dono e o cão, que não entende que o património cultural é de todos e me tentou ferrar.
Na Lagoa de Maubara nadam os pelicanos, que ao contrários dos timorenses, não gostam de ser fotografados.
A Baía de Tibar - ostras e ameijoas à venda na estrada.
O «Carlos» em Díli, com o Jesus ao fundo. Antro de portugueses.... e primeiro local onde fui levada assim que cheguei.
Diz o Lonely Planet esse guia fundamental do viajante, sempre muito anticolonialista, (mas só quando os colonos não são anglo-saxónicos, claro) que os portugueses nunca cá construíram sequer uma ponte. É mentira, porque havia algumas, mas na realidade, em 1975, Portugal também não não tinha muitas pontes recentes de que se orgulhar, para além da Salazar.
A Pousada de Baucau, reconstruída, chama turistas e «internacionais» (os estrangeiros, ou malays, que trabalham para instituições internacionais, ONGs, ONUs e afins). Eu tive a sorte de ficar em casa de um amigo...
Do Forte de Maubara, do século XVII, restam os canhões. Lá dentro, numa casa recém construída moram um macaco, o dono e o cão, que não entende que o património cultural é de todos e me tentou ferrar.
Na Lagoa de Maubara nadam os pelicanos, que ao contrários dos timorenses, não gostam de ser fotografados.
A Baía de Tibar - ostras e ameijoas à venda na estrada.
O «Carlos» em Díli, com o Jesus ao fundo. Antro de portugueses.... e primeiro local onde fui levada assim que cheguei.
1 Comments:
..e não viste o crocodilo atráz ...em perfil? .. com o nariz na tona d'agua? nessa altura ainda não vias crocks....
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